27 de maio de 2015

TAG: Marron 5


Não costumo ouvir Marron 5 – a única deles que sei acompanhar a letra é “This Love”, e a última que ouvi um pouco foi a “Moves Like Jagger”, por causa da Christina Aguilera – mas eu gosto bastante dessas tags que partem das músicas de determinado artista e pedem que a relacionemos com livros, até mesmo tentei criar a minha própria, mas o projeto ficou parado para deixar que um novo florescesse, do qual devo falar muito em breve.

Fui gentilmente tagueado pela Alessandra Tápias, do Tô Pensando em Ler – brigadão, Lelê! – e as perguntas são as seguintes:

25 de maio de 2015

Reboot – Reboot #1, de Amy Tintera [Resenha #219]

Reboot


Sinopse: Quando grande parte da população do Texas foi dizimada por um vírus, os seres humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots eram mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. E esse foi o destino de Wren Connolly, conhecida como 178, a Reboot mais implacável da CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. Como a mais forte, Wren pode escolher quem treinar, e sempre opta pelos Reboots de número mais alto, que têm maior potencial. No entanto, quando a nova leva de novatos chega à CRAH, um simples 22 chama sua atenção, e, a partir do momento que a convivência com o novato faz com que ela comece a questionar a própria vida, a realidade dos reinicializados começa a mudar.


Reboot caiu nas minhas mãos por acaso, mas veio com uma boa indicação e a promessa de ser apenas uma duologia e uma boa estreia da autora, Amy Tintera, no gênero. Resolvi ler, mas o começo foi um tanto complicado.

22 de maio de 2015

O Destino de Júpiter [#Filme]

O Destino de Júpiter

Faz muito tempo que não falo sobre filmes aqui no blog, confesso que tenho certa dificuldade, tanto que não consegui comentar a respeito de títulos muito bons que assisti, como Gravidade e Interstelar, mas eu preciso falar sobre “O Destino de Júpiter”, novo filme dos Irmãos Wachowski.

Os Wachowski até hoje são mais conhecidos pela trilogia Matrix, que mudou a forma de se fazer cinema, abusou dos efeitos especiais e vendeu horrores de cópias em dvd, e colocou os irmãos em um pedestal, cobrindo de um hype gigantesco tudo o que eles viessem a dirigir. Mas existe um porém: desde Matrix Revolutions, ultimo filme da trilogia, lançado em 2003, eles colecionam orçamentos astronômicos, críticas negativas e bilheterias um tanto modestas.

21 de maio de 2015

Dedicatórias #23: Coraline

 

Coraline

“Comecei este livro para Holly,
Terminei-o para Maddy”

Neil Gaiman, em “Coraline”.

Conhecem o #Drops, o Tumblr do blog?

20 de maio de 2015

TAG: Neil Gaiman

Neil Gaiman

Este blog tem uma programação mais ou menos fixa, com uma resenha na segunda-feira e o #dedicatórias na quinta. Quero estabelecer duas novas datas, as quartas para TAGs e posts como Correio, e as sextas para uma segunda resenha – uma das coisas mais pedidas na pesquisa que fiz por aqui no ano passado – alternando quadrinhos, mangás, filmes e séries.

Sendo assim, hoje respondo uma TAG criada pela Lu Tazinazzo, do aceita um Leite?, e que fala do tão querido e amado Neil Gaiman. O que se pede é: relacionar momentos diversos com algo que e relacione aos seus personagens mais famosos. Para quem ainda não leu muito do autor – como eu – há uma explicação em cada pergunta o que facilita e muito as coisas.

Vamos lá:

18 de maio de 2015

Simplesmente Ana, de Marina Carvalho [Resenha #218]

Simplesmente Ana


Sinopse: Imagine que você descobre que seu pai é um rei. Isso mesmo, um rei de verdade em um país no sudeste da Europa. E o rei quer levá-la com ele para assumir seu verdadeiro lugar de herdeira e futura rainha…

Foi o que aconteceu com Ana. Pega de surpresa pela informação de sua origem real, Ana agora vai ter que decidir entre ficar no Brasil ou mudar-se para Krósvia e viver em um país distante tendo como companhia somente o pai, os criados e o insuportável Alex.

Mudar-se para Krósvia pode ser tentador — deve ser ótimo viver em um lugar como aquele e, quem sabe, vir a tornar-se rainha —, mas ela sabe que não pode contar com o pai o tempo todo, afinal ele é um rei bastante ocupado. E sabe também que Alex, o rapaz que é praticamente seu tutor em Krósvia, não fará nenhuma gentileza para que ela se sinta melhor naquele país estrangeiro.

A não ser… A não ser que Alex não seja esta pessoa tão irascível e que príncipes encantados existam.

Simplesmente Ana é assim: um livro divertido, capaz de nos fazer sonhar, mas que — ao mesmo tempo — nos lembra das provas que temos que passar para chegar à vida adulta.


Primeiro, uma coisa que é fato: “Simplesmente Ana” não tem um enredo original; livros, filmes e séries já contaram uma história parecida, da moça comum que em um belo dia descobre ser a filha perdida de um monarca. Mas este é um tema que mexe com toda uma geração – e até mais de uma – criada sob a sombra das princesas da Disney e seu ideal de pureza pela monarquia (olha o “O Rei Leão” aí que não me deixa mentir), somos naturalmente curiosos sobre o tema, e, especificamente, eu, em como a autora iria desenvolver sua história sob bases já tão amplamente utilizadas.

14 de maio de 2015

Dedicatórias #22: Conselho de Amiga

Conselho de Amiga  - Siobhn Vivian

“Para Brenna, minha irmãzinha extraordinária.”

Siobhan Vivian, em “Conselho de Amiga”.

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13 de maio de 2015

Livros Opostos [TAG]

Livros Opostos

Vi essa TAG no A Magia Real, da Elis, e achei a proposta interessante. Ela pede que se liste livros em “categorias” opostas, e, se possível, que se fale um pouco sobre as escolhas feitas. Os meus foram os seguintes:

11 de maio de 2015

Kings of Cool, de Don Winslow [Resenha #217]

Kings of Cool


Sinopse: Em Selvagens, Don Winslow apresentou Ben e Chon, dois amigos de vinte e poucos anos que arriscam tudo para salvar O., a garota que amam. Um dos thrillers mais festejados nos últimos anos – que deu origem ao filme dirigido por Oliver Stone –, Selvagens foi eleito um dos melhores livros de 2010 por veículos como The New York Times, Entertainment Weekly, The Los Angeles Times e Chicago Sun-Times.


“Minha missão é espalhar a literatura de Don Winslow pelo mundo”, diria eu, no Miss Universo.