16 de abril de 2014

8º BookCrossing Blogueiro

BookCrossing_Blogueiro7

E chegamos à oitava edição! Já é um clichê de minhas postagens sobre o evento, mas não me canso de admirar o quão mais simples e intuitivo se torna o gesto de libertar um livro a cada nova edição. Acredito que evoluí muito desde o primeiro!

14 de abril de 2014

Operação Cavalo de Troia 1 – Jerusalém, de J.J. Benítez [Resenha #167]

Operação Cavalo de Troia 1 

 

 

 

 

 

 

Sinopse: Relato de um militar e cientista norte-americano que, como integrante de um projeto batizado pela NASA de Operação Cavalo de Tróia , participou de uma experiência que lhe permitiu voltar quase dois mil anos no tempo e ser testemunha ocular da vida de Jesus Cristo.

Ok. Pensei muito antes de resenhar este livro por acreditar que, inevitavelmente, questões religiosas teriam de ser abordadas e este não é o caminho que alguma vez pretendi tomar com o blog. Em duas ou três ocasiões já falei – ou mencionei de leve – religião em minhas resenhas, mas sempre de forma a não julgar, desmerecer, ou validar uma como melhor alternativa a qualquer outra.

Por outro lado, a série me trouxe momentos tão bons – já havia lido os volumes um, “Jerusalém”; o três, “Saidan”; o quatro, “Nazareth”; e o cinco, “Cesarea”; e agora resolvi reler todos para enfim terminar com a série, que vai até o nono volume – que achei injusto que não compartilhasse minhas experiências com ela em forma de resenha. Eu sei que vou mexer em um vespeiro, só não sei ainda o tamanho. Então, #MeJulguem

10 de abril de 2014

The Mimic – Primeira Temporada

The MimicEu não sei bem o que falar de The Mimic. Gostei da série por seu tom terno que se sobrepõe ao que se esperaria normalmente de uma comédia. É o tipo de programa que tem o dom de narrar situações corriqueiras mas que nos trás uma gratidão enorme por ter assistido.

7 de abril de 2014

Manuscritos do Mar Morto – Leo Tillman & Heather Livro 01, de Adam Blake [Resenha #166]

Manuscritos do Mar MortoSinopse: A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos de investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção. Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã. Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México, Manuscritos do Mar Morto é o mais emocionante thriller desde O código Da Vinci.

A primeira coisa que chama a atenção em “Manuscritos do Mar Morto” é o fato de o relacionarem com “O Código Da Vinci”, do Dan Brown. Eu devorei o “Código” quando o li, e por mais mirabolante que possa ser o tema central da narrativa, eu gostei, me manteve preso o tempo todo. Do autor li somente mais um livro, o “Fortaleza Digital”, que deu pro gasto, não se compara ao Código mas também não faz feio. Então fazia muito tempo que não lia algo do tipo – excetuando a série “Operação Cavalo de Troia”, que estou relendo aos poucos os primeiros volumes – e queria mais uma vez ter em mãos uma narrativa que coloca em xeque, como bom garoto educado sob preceitos católicos, minha boa vontade para algumas “heresias”. E eu tendo a sempre me surpreender com o quanto sou flexível e tolerantes com elas.

3 de abril de 2014

Death in Paradise – Primeira e Segunda Temporadas

Death in Paradise

Apesar de gostar muito de romance policial, no campo das séries dificilmente elas se tornam minhas favoritas. No passado gostei muito de “Without a Trace” e “Cold Case”, mas minha fixação por elas foi esmaecendo com o tempo, e hoje sinto pouca ou nenhuma vontade de rever algum episódio, fato semelhante com o que ocorre com minha relação com CSI e seus derivados.

Para que me cative, séries policiais tem de ter um algo a mais, como um detetive neurótico em “Monk” ou um xerife durão em “Longmire” – espero falar desta última em breve – caso contrário fica pra mim muito difícil entender o que esta tem de bom em relação àquela, e, assim, vai tudo para o mesmo balaio. “Death in Paradise” tem seu diferencial, e, por isso, gosto tanto dela.

31 de março de 2014

O Começo de Tudo, de Robyn Schneider [Resenha #165]

O Começo de TudoSinopse:  O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social.

Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz.

Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios?

O Começo de Tudo é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.

Livros com temática colegial. De certa maneira a gente já imagina como as coisas vão se desenrolar, e, salvo pequenas alterações e surtos de criatividade, o enredo girará em torno da queda de popularidade do garoto ou da garota mais popular da escola, que cai de amores por alguém “fora da esfera a qual pertence”, e este amor seguirá o rumo de uma montanha russa: algo dá errado, se conhecem e as coisas começam a dar certo, algo de muito ruim e que o autor manterá em segredo acontece, e o leitor fica em suspenso ansiando que se acertem até o final do livro. Pensando assim, já nesse sentido figurado, a capa do livro faz todo o sentido, mas ela ainda tem uma razão ainda maior de ser, literalmente,

É mais ou menos isso. Mas pra quê então a gente lê? É bom pra desestressar.

27 de março de 2014

Minhas Top 10 Séries

Séries de TV

Eu gosto muito de séries. Desde a adolescência, quando comecei a desenvolver uma certa dificuldade para dormir, elas são minha companhia, já que, por princípios obscuros, eu me recuso a ler à noite. Então, quando vi este post lá no aceita um Leite?, da Lu Tazinazzo, logo soube que tinha de trazê-lo para cá. Mas é aquela coisa de sempre: quando se trata de listas, alguém inevitavelmente ficará de fora fazendo quem compilou se arrepender depois. Então, no calor do momento, e excedendo ao máximo minha fanboyzice, Minhas Top 10 Séries são:

24 de março de 2014

Quando Tudo Volta, de John Corey Whaley [Resenha #164]

Quando Tudo Volta

 

 

Sinopse: Uma morte por overdose. Um fanático estudioso da Bíblia. Um pássaro lendário. Pesadelos com zumbis. Coisas tão diferentes podem habitar a vida de uma única pessoa? Cullen Witter leva uma vida sem graça. Trabalha em uma lanchonete, tenta compreender as garotas e não é lá muito sociável. Seu irmão, Gabriel, de 15 anos, costuma ser o centro das atenções por onde passa. Mas Cullen não tem ciúmes dele. Na verdade, ele é o seu maior admirador. O desaparecimento (ou fuga?) de Gabriel fica em segundo plano diante da nova mania da cidade: o pica-pau Lázaro, que todos pensavam estar extinto e que resolveu, aparentemente, ressuscitar por aquelas bandas. Em meio a uma cidade eufórica por causa de um pássaro que talvez nem exista de verdade, Cullen sofre com a falta do irmão e deseja, mais que tudo, que os seus sonhos se tornem realidade. E bem rápido.

Comecei a ler “Quando Tudo Volta” da maneira como todos os  livros deveriam ser lidos: sem expectativas. Isso é um ponto positivo de não se ler sinopses e se viver numa bolha onde notícias sobre o que está fazendo sucesso e causando burburinho lá fora não entram. Eu não sabia o que esperar dele, e terminei com um dos livros mais inteligentes que jamais li.

20 de março de 2014

Resultado do “Qual é o Livro?” e Sorteio

Qual é o Livro 2014

Acabou! Foram cinco etapas e finalmente venho hoje divulgar o resultado desta edição do “Qual é o Livro?”, em comemoração do quarto aniversário do blog. Mas começo agradecendo a todas as pessoas que participaram, que enviaram seu palpite, que divulgaram a brincadeira. Muito obrigado mesmo, conto com vocês numa próxima.