17 de dezembro de 2014

Os Melhores Livros do Segundo Semestre de 2014

Os Melhores Segundo Semestre 2014

Na segunda-feira publiquei a última resenha do ano aqui no blog, do excelente “Na Linha de Frente”, do Lawrence Block. Sendo assim, senti que já era tempo de publicar minha lista com as melhores leituras do segundo semestre – e também por achar mito difícil que consiga ler algo mais este ano: minha casa está em reformas, a chuva não colabora e devo ficar atarefado até os quarenta e cinco do segundo tempo.

O segundo semestre foi um tanto mais corrido que o primeiro, li bons livros mas as coisas não renderam tanto quanto eu gostaria, preciso me organizar em alguns aspectos para que consiga produzir mais – sem perder qualidade ou fazer tudo parecer uma obrigação – mas já tenho algumas ideias interessantes para o blog.

15 de dezembro de 2014

Na Linha de Frente, de Lawrence Block [Resenha #200]

Na Linha de Frente


Sinopse: Matthew Scudder, detetive aposentado e alcoólatra em recuperação, trabalha em casos informais na chamada Cozinha do Inferno, uma das regiões mais violentas de Nova York. Ao ser contratado pela família da estudante Paula Hoeldtke para investigar seu desaparecimento, Matt se envolve com Willa, a síndica de um prédio assombrado por estranhas mortes. Angustiado pela falta de pistas e prestes a desistir do caso, Matt encontra um elo entre a estudante e o monstruoso Mickey Ballou, conhecido como o Açougueiro. Mas ainda haverá muitas reviravoltas até que ele consiga desvendar os verdadeiros culpados.


Na adolescência fui um leitor voraz de romances policiais. Comecei com Agatha Christie e, quando já tinha lido tudo dela que estava disponível na biblioteca da escola, passei para outros autores, e foi assim que li Georges Simenon, Raymond Chandler, Arthur Conan Doyle e Lawrence Block.

11 de dezembro de 2014

Bolão do Globo de Ouro 2015

Globo de Ouro

A entrega da septuagésima segunda edição do Golden Globe Awards acontece no dia  11 de janeiro, com transmissão para todo o mundo. O prêmio, entregue pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood é considerado pela crítica especializada como uma prévia do Oscar. O que mais difere o Globo de Ouro do Oscar é que o primeiro engloba também categorias ligadas á televisão, não ficando restrito somente ao cinema.

Pensando nisso – e como aquecimento para uma brincadeira semelhante que quero fazer durante o Oscar – decidi propor esse bolão, mas, antes de prosseguir, tenho que fazer justiça. Este bolão é completamente inspirado no bolão do Oscar criado pelo João, do blog Fósforo. Infelizmente o Fósforo não está mais no ar, então tomo a liberdade de reproduzir a ideia por aqui. Créditos – mais do que merecidos – dados.

Para saber como participar, clique em “Mais Informações”.

8 de dezembro de 2014

Simplesmente Acontece, de Cecelia Ahern [Resenha #199]

Simplesmente Acontece - Texto


Sinopse: Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos.

Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de e-mails, mensagens de texto, cartas, cartões-postais... Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.


Se tem um aspecto no qual posso ser bastante repetitivo é no que diz respeito a falar sobre meus autores favoritos. Justamente por isso, já rasguei muita seda pra Cecelia Ahern. Fazer o quê? Ela merece!

4 de dezembro de 2014

Os Dez Melhores Episódios de Chaves [Listas Rápidas #6]

Listas Rápidas 6 - Os Melhores episódios de Chaves

Como sabem, no último 28 de novembro, faleceu Roberto Bolaños, o Chaves. Como quase todo brasileiro, cresci assistindo à série na TV e mesmo com quase trinta anos e tendo assistido aos episódios um milhão de vezes não me canso, acho graça e reconheço a genialidade do cara. Ele deixa um legado enorme.

Para homenageá-lo, a Lu Tazinazzo, do aceita um Leite?, sugeriu que fizéssemos um #ListasRápidas com os dez melhores episódios de Chaves. Taí uma lista que promete.

1 de dezembro de 2014

Maximun Ride – Projeto Angel: Fugitivos Livro 1, de James Patterson [Resenha #198]

Maximun Ride - Texto


Sinopse: Maximum Ride tem 14 anos. Ela e os seus amigos seriam crianças normais se não tivessem o dom de voar. Para algumas pessoas esse poder seria um sonho, mas, no caso da turma de Max, a vida se transformou em um pesadelo sem fim desde que a perseguição dos Apagadores começou. Seja em cima das árvores do Central Park, em uma jornada escaldante no deserto da Califórnia ou nas entranhas do metrô de Nova York, Max e sua nova família lutam para compreender por que eles são diferentes de todos os outros seres humanos. A maior dúvida é: eles vão salvar a humanidade ou ajudar a destruí-la? Impossível ficar indiferente a Max! Sarcástica, corajosa e meio impaciente, ela é a líder mais poderosa e forte que você já conheceu. Ao mesmo tempo em que luta para se proteger e salvar a vida dos seus amigos, Max tenta entender por que tudo tem que ser tão difícil e diferente para eles. Se você gosta de ação rápida, dinâmica, daquelas de tirar o fôlego, com vilões que você ama odiar... Este é o seu livro! Uma aventura fantástica e imprevisível, que emociona e desperta a imaginação.


Minha primeira experiência com Patterson não foi muito positiva. A série “Witch & Wizard” tinha alguns problemas na condução que acabaram me afastando, como os protagonistas infantilizados e a narrativa que queria ser mais do que realmente era. Parei no segundo livro, sem expectativas de retorno. Mas, quando li “Caçadores de Tesouros”, meio que me reconciliei com o autor. É um livro infanto-juvenil que me divertiu bastante durante a leitura, o que, por tabela, me animou a ler “Maximun Ride”.

25 de novembro de 2014

A Formatura – O Teste: Livro 3, de Joelle Charbonneau [Resenha #197]

A Formatura


Sinopse: O futuro nunca foi tão incerto e desesperador. Cia Vale jamais imaginaria que as coisas pudessem chegar a esse ponto. Ela tem uma importante missão: liderar as ações para a verdadeira reconstrução do mundo pós-guerra, um caminho sem volta. Agora, ela é a peça-chave para concretizar o plano de pôr fim ao Teste, para o bem das pessoas. Diante de um horizonte cheio de cicatrizes brutais, uma guerra prestes a começar e um governo cruel e corrompido, Cia não tem escolha a não ser se preparar para chegar às últimas consequências – se for preciso.


Não são todos os dias que se termina uma série. Para ser sincero, confesso que gosto mais de começá-las que de terminá-las.

17 de novembro de 2014

Vermelho Como O Sangue – Trilogia Branca de Neve Livro 1, de Salla Simukka [Resenha #196]

Vermelho Como o Sangue


Sinopse: No congelante inverno do Ártico, Lumikki Andersson encontra uma incrível quantidade de notas manchadas de vermelho, ainda úmidas, penduradas para secar no laboratório de fotografia da escola. Cédulas respingadas de sangue.

Aos 17 anos, Lumikki vive sozinha, longe de seus pais e do passado que deixou para trás. Em uma conceituada escola de arte, ela se concentra nos estudos, alheia aos flashes, à fofoca e às festinhas dominadas pelos garotos e garotas perfeitos.

Depois que se envolve sem querer no caso das cédulas sujas de sangue, Lumikki é arrastada por um turbilhão de eventos. Eventos que se mostram cada vez mais ameaçadores quando as provas apontam para policiais corruptos e para um traficante perigoso, conhecido pela brutalidade com que conduz os seus negócios.

Lumikki perde o controle sobre o mundo em que vive e descobre que esteve cega diante das forças que a puxavam para o fundo. Ela descobre também que o tempo está se esgotando. Quando o sangue mancha a neve, talvez seja tarde demais para salvar seus amigos. Ou a si mesma.


Taí uma bela surpresa! Em quase todas minhas experiências de leitura que envolviam ambiente escolar e adolescentes, elas mostravam jovens mais preocupados com aparência, status e perder a virgindade que qualquer outra coisa. Claro que existem exceções, mas em nenhuma delas encontrei algo tão bem escrito e tão fascinante quanto o que vi em “Vermelho Como O Sangue”.